Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região

Cuba enfrenta um dos mais duros cenários econômicos e sociais desde a vitória da Revolução em 1959. Vítima de um bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos desde 1962, Cuba agora assiste o governo neofascista de Donald Trump aumentar as agressões contra o país. No final de fevereiro, Trump determinou a imposição de sanções aos países e empresas que venderem petróleo a Cuba. Isso representa um estrangulamento ainda maior a economia cubana. Cuba produz pouco petróleo, cerca de 40% de sua demanda diária, há um déficit diário de 60%, suprido pelas importações.

 

O resultado desse bloqueio são os constantes apagões e os riscos de uma catástrofe humanitária, pois sem combustível não se gera a energia necessária para fazer o país funcionar. Trump quer acabar com a economia cubana e sonha em produzir uma revolta interna que justifique a invasão militar do país. Porém, Cuba não se rende! O povo cubano sabe exatamente o que significará para o futuro do país, ceder às pressões dos Estados Unidos. Mas além da resistência do povo cubano, os povos do mundo, e os latino-americanos em particular, precisam manter seu apoio à Revolução. Uma derrota de Cuba fará a balança da luta de classe pender ainda mais aos interesses do imperialismo estadunidense e das oligarquias latino-americanas. 

 

A conta para depósito é a da Câmara Empresarial Brasil-Cuba: Banco do Brasil, agência 4770-8, conta 13844-4. Se preferir pode também mandar o pix, cuja chave é: 34.131.511/0001-64. Durante o Programa Mais Médicos, Cuba e seus profissionais de saúde foram solidários em atender o povo brasileiro. É o momento de retribuirmos esse gesto solidário.

 

Texto e campanha por: Coletivo José Martí

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