Solidariedade de classe
Em 1997, nosso Sindicato participou de uma das maiores manifestações da história do país, a marcha promovida pelo MST, quando mais de 1.500 sem-terra, percorrendo mais de mil quilômetros por reforma agrária, emprego e justiça. A marcha chegou ao seu destino final, Brasília, em 17 de abril de 97 e foi recebida por mais de 100 mil pessoas de todo o País numa manifestação gigante.

Marcha dos 100 mil por reforma agrária, emprego e justiça/97
6º Congresso dos Metalúrgicos, agosto de 1998
A forte crise e a proximidade das eleições presidenciais marcaram as discussões do nosso 6º Congresso, em agosto de 98, em Sumaré. Foi mais um rico e importante espaço de democracia e debate dos metalúrgicos.
No final do ano, nove empresas da nossa região se uniram pra exigir banco de horas. Fomos à Justiça e fizemos plebiscitos em janeiro de 99 para mostrar que a categoria não queria o banco de horas. Mesmo assim, enfrentamos várias tentativas patronais de flexibilizar direitos e jornada, terceirizar e arrochar salários.
Em março de 2000, por ocasião do Dia Internacional da Mulher passou por Campinas a Marcha Mundial das Mulheres, criada em 1995, no Canadá contra a pobreza e a violência sexista. E em homenagem às metalúrgicas, aconteceu a I Festa das Mulheres, no Clube de Campo, que se tornou tradição e até hoje acontece em todos os anos.
Em agosto de 2000, com o 9º Congresso da CUT, O Sindicato rejeitou o Banco de Horas e aprovou a intensificação da luta pela redução da jornada, além do Fora FHC e o FMI.
Fórum Social Mundial abre o ano de 2001
O ano de 2001 começou com a reunião, em Porto Alegre, de 116 mil pessoas vindas de 117 países, inclusive diretores do Sindicato. A primeira edição do Fórum definiu uma série de lutas, com destaque para a reforma agrária e o não pagamento da dívida externa. Diretores do nosso Sindicato estiveram participando.
Veja os acontecimentos históricos em ordem cronológica: